DICAS
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Como fazer um Curriculum Perfeito
Veja vários exemplos que podem ser usados como modelos prontos para lhe inspirar na criação do seu exemplar único com estilo e forma personalizados.
Antes de baixar os modelos veja algumas dicas importantes que podem fazer toda a diferença para conseguir um emprego decente com um ótimo salário.
Dicas para fazer um excelente Curriculum Vitae:
- Capriche no visual. A primeira impressão é a que fica. Um currículo profissinal bem feito demonstra que você está empenhado em conseguir a vaga (detalhe: caprichar significa um currículo limpo, bem formatado e de uma página);
- Leia e releia várias vezes para ter certeza de que não há nenhum erro de português, principalmente se o cargo pretendido exigir um nível de escolaridade alta;
- Coloque sempre a verdade. Lembre-se que você ainda passará pela entrevista. E os entrevistadores irão comprovar a veracidade de suas informações (detalhe: nunca minta, mas você pode omitir algumas "imperfeições");
- Coloque apenas informações relevantes para o cargo pretendido. Você acha, realmente que o empregador está interessado em saber o número do seu RG e CPF? Esses dados serão solicitados em uma segunda etapa, caso você tenha o perfil desejado;
- Muito cuidado na hora de colocar as informações de contato. Nome completo, telefone fixo, celular e e-mail são essenciais e devem vir no alto da primeira página para facilitar o contato.
Continue aprendendo como fazer um currículo perfeito nos links adicionais:
- Como fazer Curriculum Vitae Perfeito: Exemplos/Modelos de Currículos prontos para download Parte II.
- Como fazer Curriculum Vitae Perfeito: Exemplos/Modelos de Currículos prontos para download Parte III.
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Como fazer um relatório
Depois de ter feito uma experiência ou pesquisa, você vai querer convencer outras pessoas dos seus conclusões. O seu êxito depende de uma boa comunicação e além de talento de escrever é necessário seguir certos formatos padronizados para facilitar a compreensão do leitor.
Um bom relatório depende de uma boa tomada de dados. Procure organizar-se de maneira a anotar durante a prática todas as informações relevantes de uma forma inteligível posteriormente. Use um caderno apropriado para essas anotações, ao invés de usar folhas avulsas. No relatório você vai descrever, nas suas palavras, a experiência efetuada, justificar o procedimento escolhido, apresentar os dados medidos e finalmente os resultados e conclusões. Para organizar o relatório, pode dividir ele em várias partes. Por exemplo:
Introdução
Resumo teórico para situar a experiência. Exposição dos conceitos teóricos que vai usar. Referencias a literatura pertinente (Livros texto, livros de referencia, internet, etc.)
Objetivos
Descrição sucinta do que se pretende obter da experiência.
Equipamento
Descrição do equipamento e/ou diagrama do arranjo experimental.
Procedimento Experimental
Descrição do procedimento seguido em aula. Isto é, descrever o que você fez, não necessariamente o procedimento proposto, justificando e discutindo a escolha. Avaliação ou estimativa dos erros nos dados devido aos aparelhos e procedimentos usados.
Dados Experimentais e Análise
Apresentação dos dados coletados, através de tabelas, gráficos etc. Tratamento dos dados brutos (usando algum modelo teórico), chegando a valores finais, junto com a avaliação final do erro. Não é necessário e nem deve ser indicada cada conta efetuada. Mas, deve ficar claro como chegou ao resultado.
Conclusões
Discussão dos resultados obtidos. Sempre que possível, comparar os resultados com os conhecidos ou esperados teoricamente. Se usou vários métodos, comparar os métodos.
Para experiências simples, os items Introdução e Objetivos podem muito bem ser tratados em um único seção. Da mesma maneira, poderia juntar o descrição do equipamento com o procedimento experimental. Em todos os ítens, pode e deve se referir aos livro textos, a sites no internet e à própria guia da experiência.
No curso laboratório de física para ciências biológicas, não vamos fazer relatórios completos. Para cada experiência, vamos indicar qual partes de um relatório vai elaborar. Em particular, quase nunca vamos pedir a introdução, objetivos e descrição do equipamento. Muito mais importante é a descrição como obteve os seus resultados, a apresentação dos resultados (por meio de tabelas e gráficos) de maneira que convence o professor dos seus conclusões. Vai indicar quanto confiancia tem nos seus resultados e conclusões. Mais alguns detalhes para se lembrar durante a confecção do relatório:
Unidades para cada grandeza
Avaliação de erros nas suas medidas e propagar estas nos resultados finais
Legendas das figuras
Numerar as figuras e gráficos e se referir neles no texto
Mencionar a data da realização da experiência
Referencias e “aspas”: Nunca use frases de outras fontes sem atribuição.
Um texto muito bom sobre a confecção de relatórios científicos é “Antes de escrever um relatório”
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Fazendo Cabo de Rede
Não importa se você está instalando uma rede local doméstica ou empresarial, em ambas você irá precisar de montar o cabo de rede!
Na primeira dica, Parte 1 - Ferramentas, vimos as ferramentas normalmente utilizadas para montar o cabo de rede. Aqui, agora, estaremos vendo como fazer a "conectorização" que é como chamamos a colocação do conector RJ45 no cabo UTP.
Primeiro é importante você decidir que tipo de cabo você deseja!
Existem 2 tipos de cabo rede mais comumente utilizados: Direto (ou normal) e Invertido (ou cross ou cross-over).
Invertido ou Cross-over: Este tipo de cabo é utilizado em 2 situações básicas:
Conectar 2 PCs através da placa de rede, sem a utilização de um HUB
Conexão entre equipamentos de rede específicos tipo entre um hub e um roteador, em alguns casos, conexão entre dois hubs, etc.
Direto (ou normal): Este tipo de cabo, é como o nome informa o mais utilizado, e é utilizado por exemplo na conexão da placa de rede de um micro a um hub ou a um switch.
Você poderá ver os diagramas de conexão cada um dos tipos de cabo acima na dica DIAGRAMA DE CABOS DE REDE
Cortando o cabo:
Corte um pedaço do cabo de rede do tamanho que você irá necessitar!
Lembre-se! Nunca conte em fazer emendas, portanto, ao medir o tamanho necessário, tenha muito cuidado, considere curvas, subidas, descidas, saliências, reentrâncias, etc. E não se esqueça: se sobrar você pode cortar, mas se faltar a solução fica bem mais cara...
Após a medição, faça um corte reto e limpo. Como a imagem abaixo:
Retire a proteção/isolamento (capa azul na figura) da extremidade, em mais ou menos uns 3 centímetros. Alguns alicates de crimpagem possuem uma seção de corte específica para isto (você coloca o cabo na seção de corte que não realiza o corte até o fim, somente retirando o isolamento - veja figura em anexo), caso contrário, pode ser usado um estilete ou canivete.
ATENÇÃO: é muito importante que seja cortado APENAS o isolamento (na figura acima seria a capa azul) e não os fios que estão internamente. Se alguns dos fios internos for danificado, poderá comprometer toda a sua conexão. Normalmente nesta fase são cometidos erros de danificar os fios internos e não se perceber, ocasionando erros posteriores que serão muito difíceis de serem identificados.
A pressão a realizar no corte, o tamanho da seção de isolamento a ser removido, etc., serão mais fáceis de serem controlados com o tempo e a experiência.
Preparando/separando o cabo:
Após o corte do isolamento, é necessário você separar os cabo/fios internos conforme a cor de cada um.
Você verá que são 4 pares de cabo coloridos, sendo cada par composto por uma cor (azul, verde, laranja ou marrom), e seu "par" branco (branco com listas azuis, branco com listas verdes, branco com listas laranja, branco com listas marrom).
Se o cabo é padrão UTP categoria 5, serão SEMPRE estas cores!
Atenção, algumas lojas vendem cabos com 8 fios, porém de outras cores e principalmente com os fios brancos SEM as listas: são cabos telefônicos. Vão funcionar, porém irão dar muito mais trabalho na identificação do "par" correto, e pode vir a ser um problema se algum dia você quiser fazer alguma alteração no cabo... Conclusão: Não vale a economia que oferecem!
Bom, agora que os cabos internos estão separados, você deverá alinhá-los conforme a ordem desejada (se é um cabo direto ou um cabo cross-over), da esquerda para a direita.
A ordem é importante pois seguem um padrão definido na indústria, e mesmo funcionando utilizando um padrão diferente, poderá resultar em mais trabalho na hora de fazer algum tipo de manutenção posterior no cabo, ou reconectorização, ou identificação, etc. A prática me ensinou que é muito mais prático e rápido seguir um padrão!
O padrão que seguimos é o da Associação de Industrias de Telecomunicação (Telecommunications Industry Association - TIA) http://www.tiaonline.org/. O padrão é chamado EIA/TIA-568.
Seguindo o padrão acima, alinhe os cabos internos no seu dedo indicador, de maneira uniforme. Após o alinhamento, corte as pontas, de forma a que fiquem exatamente do mesmo tamanho, e com cerca de 1 a 1,5 centímetros da capa de isolamento.
Colocando o conector RJ-45
A maneira mais prática de inserir o cabo em um conector RJ-45 é assim:
Segure o conector RJ-45 firmemente, em uma das mãos e o cabo separado na outra, como a figura acima.
A medida que for inserindo os cabos para dentro do conector, force os cabos de forma CONJUNTA, para que não haja problemas de contato. Empurre os cabos olhando bem se todos estão seguindo o caminho correto dentro do conector, mantendo-se paralelos. Você pode sentir uma *pequena* resistência, mas o conector e o cabo são dimensionados para entrar *justos*, sem folgas, e sem muita dificuldade.
Empurre os cabos por toda a extensão do conector RJ-45. Eles devem encostar a parede contrária ao orifício de entrada. Você pode conferir olhando de lado (como na imagem abaixo) e na parede onde eles terminam (uma série de pontos). Se algum dos cabos não estiver entrado correto, VOCÊ DEVERÁ RETIRAR O CONECTOR E COMEÇAR TUDO NOVAMENTE!
No final, force um pouco o revestimento do cabo trançado, de forma que este revestimento passe completamente o ressalto no conector (que será pressionado pelo alicate de crimpagem mais tarde). Veja na imagem lateral abaixo.
Inserir todos os cabos corretamente, sem folgas, de forma justa, é puramente JEITO e PRÁTICA! Depois de vários cabos, você se sentirá mais a vontade nesta tarefa e parecerá simples, porém as primeiras conexões podem ser irritantes, demoradas, sem jeito, mas não difícil! Não *economize tempo* nesta tarefa! Uma conexão mal feita pode arruinar toda sua rede e ser um problema de difícil identificação.
O Cabo Certo!
O Cabo Errado!
Crimpando o cabo com o alicate:
Antes de partir para o uso do alicate, verifique novamente se os cabos estão bem montados nos conectores: os fios até o fim e a capa de cobertura passando o ressalto do conector.
Estando tudo ok, insira o conector montado, com cuidado para não desmontar, na abertura própria do seu alicate de crimpagem (veja imagem abaixo)
Com a outra mão no alicate, comece a apertar, finalizando com as 2 mãos em um bom aperto, porém sem quebrar o conector (sempre tem algum *Hulk* por aí...)
Após a crimpagem, verifique lateralmente no conector se todos os contatos foram para dentro do conector, estando uniformes e encostando nos fios. Se houver algum problema, que não seja falta de pressão no alicate, não há como recuperar o conector, o cabo deverá ser retirado, ou cortado, e o conector estará perdido.
Bom, agora é só continuar com o restante das conectorizações. Um lembrete: verifique sempre com cuidado se as conexões estão bem feitas, se os fios estão bem encaixados e os contatos bem feitos. Se tiver um testador de cabos, aproveite para logo em seguida testar se está tudo ok! Verifique com atenção se os cabos serão diretos ou cross-over na montagem dos fios no conector.









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